Annie Hall – Noivo Neurótico, Noiva Nervosa

Me apaixonei pelo Woody quando vi “Whatever Works” ano passado e como ele consegue andar na contra-mão da indústria cinematográfica e da evolução humana. Não só no sentido literal, já que ele assumidamente não produz seus filmes da mesma forma que o resto da indústria. Mas é na linguagem que ele usa que faz você balançar a cabeça e prestar atenção ao estilo e não só a história. O orçamento reduzido é desculpa para a falta de bom gosto e bom senso. Ao contrário, é combustível para a criatividade. Assim é Woody Allen. Alheio ao tempo, mas não perdido em algum lugar qualquer do passado.

Sendo assim, resolvi assistir seu filme premiado, por indicação e curiosidade. Annie Hall é o ganhador do Oscar de 1978 e um dos poucos filmes de comédia a ganharem este prêmio. E a sensação que tive é que “Nada se cria”, e quantos filmes que eu assisti antes tomaram as mesmas idéias? Comédias românticas às centenas, mistura de mídias? Ah, nada se cria… se renova sim, se reinventa, mas criar? Enfim, se é pra copiar, que seja de coisas tão agradáveis quanto esta. Annie Hall, ou “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa” nome que deram no Brasil, é uma comédia agradabilíssima totalmente em falta no nosso tempo. Com um texto sagaz, piadas bobas que sempre te fazem rir, aposta na identificação. E pra mim, que há tempos digo sentir falta de filmes bons do gênero e reclamo que o cinema anda muito sério, é um deleite.

Woody faz um papel quase autobiográfico como Alvy, um comediante neurótico que se relaciona com Annie Hall, Diane Keaton, quase irreconhecível pra mim. Mas sua neurose não é tão diferente da neurose de todos nós e nossas manias. E a fácil identificação nos torna mais próximos da história. Outra coisa que nos identifica é a falta de padrão estético. A não ser que você se considere uma miss, é interessante ver pessoas normais em tela. Hoje ou há atores bonitos se fingindo de feios ou há estereótipos realmente feios se dizendo normais. Os filmes cada vez mais longe da realidade. E por falar em realidade, sua identificação com a realidade é o ponto chave para a coerência além da fuga dos clichês, porém sem perder uma conclusão otimista, por assim dizer.

O filme abusa dos recursos narrativos, sejam pensamentos em off intercalados aos diálogos quase sem tempo para respirar, sejam animações explicativas como aplicações com fita crepe na tela, personagens invocados por Alvy ao querer concluir suas teses, experiências extra-corpóreas, ou um diálogo aberto com o próprio telespectador, tudo vale pra que você entenda o que os personagens realmente pensam mesmo quando contrastam com a maneira como agem. E todas essas inserções são feitas em um ponto certo sem se tornar pastelão o suficiente para te separar do personagem, nem sérios demais a ponto de te deprimir ao invés de te surpreender.

Não posso deixar de comentar a equivalência deste filme com “Whatever Works”, diria até que são quase filmes irmãos, prismas diferentes de um mesmo tema. Annie Hall, e Whatever Works se assemelham em tentar compreender as relações humanas, com ou sem sucesso e Woody usa dos mesmos recursos, como o diálogo com o público e as agilidade das palavras e pensamentos. Mas enquanto Annie Hall vinha de encontro ao tempo que em 77 ainda era novidade o “eterno enquanto dure” ao invés do “felizes para sempre”, Whatever Works faz o sentido contrário entrando com o pé na porta na esperança de que tudo pode dar certo onde o momento atual é achar que estamos em um tempo pré-apocalíptico. E ambos os filmes tem sua vista do cais. Que você até pode conferir no post sobre o filme que eu fiz no ano passado.

Por fim, Annie Hall é uma comédia que pode ser vista hoje sem receio de ter envelhecido, por falar de sentimentos e situações universais, com graça, de forma inteligente e sem ser massante ou ridículo. E eu ainda acho uma pena que esse gênero tenha seguimentado de uma forma tão grotesca, seja indo para o pastelão que agride e subestima a sua inteligência ou para o Non-sense que ridiculariza covardemente  seu senso crítico e moral.

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Karate Kid 2010: A Arte do Kung Fu

Com o lançamento do remake de Karate Kid nos cinemas e alguns comentários fervorosamente positivos sobre o filme, que chegam a colocá-lo em posição superior ao seu original, resolvi assistir os dois filmes para poder ter base para uma opinião coerente sobre o assunto. E valeu a pena.

Assisti primeiro o remake. Minhas expectativas eram bastante baixas  e isso se deve a falta de coragem da distribuidora em colocar o que deveria ter sido o seu verdadeiro nome “Kung Fu Kid”, já que o filme trata de Kung Fu e essa atitude demonstra falta de confiança no material que produziu. Mas me surpreendi com o resultado que não só teve grande respeito pelo seu original, mostrando uma produção bem feita, uma linha narrativa coerente e carga emocional bem desenvolvida, como também acrescentou sua própria essência, com uma aura oriental, utilizando de tons frios na fotografia, quase simulando uma névoa constante e típica do fantasioso imaginário chinês. Jadem Smith, que interpretou o garoto Dre, que se muda para a China com sua mãe e acaba encontrando problemas com os garotos da região, mostra que herdou o talento do pai se saindo muito bem tanto nas cenas cômicas quanto dramáticas. Jackie Chan, conhecido não só pela destreza de movimentos, mas também pela sua face cômica e caricata, enfrenta o desafio e constrói um personagem de semblante sério que atrai a atenção. E é bastante agradável ver Jackie, que teve um treinamento acrobático rígido quando garoto, como um verdadeiro conhecedor das artes marciais de uma forma bastante real. Ele merecia um papel destes e é um presente pra nós poder vê-lo com essa dignidade. A combinação dos dois funciona, cenas dramáticas interpolam com cenas de ação, bela fotografia, inserções culturais chinesas, alguns momentos cômicos e um ritmo constante, convence que o filme fez juz ao seu original.

No entanto eu discordo que ele seja melhor que “Karate Kid, a hora da verdade” de 1984. Talvez porque ele tenha o espírito do movimento cinematográfico atual, que se leva a sério demais. Reassistindo Karate Kid, me dá saudades de filmes que podiam ter ação e graça ao mesmo tempo, sem se tornarem pastelões por isso. Em uma cena memorável, Daniel Larusso, para não ser reconhecido na festa da escola se fantasia de Box de banheiro, dá um banho em seu rival e sai correndo e sendo seguido pela sua gangue. Acho que a crítica atual não deixaria passar uma cena dessa imune às farpas. Os filmes de ação misturavam muito mais diversão, como a trilogia clássica de Star Wars, entre uma batalha e outra era recheada de frases de efeito que são lembradas até hoje. Hoje isso algo que  é praticamente impossível dever. Poucos são os filmes que conseguem, Homem de Ferro talvez seja um deles. Outra característica atual é a idade dos personagens. Hoje, para o filme funcionar com uma história romântica inocente, os personagens parecem não podem ter mais de 12 anos, porque adolescentes com mais de 13 anos precisam experimentar drogas e sexo. Seja pelo retrato da sociedade atual ou por molde a sociedade, filmes com garotos legais tirando carteira de motorista sem fazer uma orgia, estão extintos do mundo cinematográfico. Os nomes dos personagens também são uma marca forte, até hoje você pode falar de Sr. Miyagi, Daniel Larusso ou Cobra Kai, e será perfeitamente entendido. Outra coisa que me incomodou muito, foi Jackie Chan se debulhando em lágrimas. Ao menos pra mim, um verdadeiro mestre tem sua alma plena e seus traumas praticamente resolvidos. Sr. Miyagi também tem seu momento, porque todos temos dias ruins, mas é apenas aquele instante que no dia seguinte deixa de ter influência, e isso só afirma seu equilíbrio e sabedoria. Pra mim é um outro aspecto dos tempos atuais, onde sempre há um sentimento de culpa a ser superado, um trauma interior a ser combatido, ao invés de resolver seus problemas por suas convicções. Sr. Miyagi demonstra força e serenidade e porque não garbo e elegância. Karate Kid criou símbolos, como a faixa com o desenho do sol na cabeça e o golpe da garça que é um clássico do cinema que definitivamente não conseguirá ser superado pela imitação de cobra de Jadem Smith.

Mas nada disso desmerece o filme que vale muito o ingresso, se difere do seu original, é bem produzido e dirigido. Em nenhum momento se pede que ele seja a cópia de seu antecessor, e todas as escolhas tem um sentido coerente e eficaz.  Minha única crítica é que ao optar por sua ligação direta ao original, perdeu a chance de criar  a sua própria marca e dar força e reverenciar com todos os brios a tão interessante arte do Kung Fu.

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Analisando as camadas de sonhos de Christopher Nolan

Mesmo depois de um mês de sua estréia, Inception continua gerando discussões por onde passa e dividindo opiniões. De um lado um público impressionado por algo que ainda não consegue definir, de outro um vasto mundo histórias parecidas já contadas nas telas do cinema. Os críticos atacam a falta de originalidade, como uma colcha de retalhos de filmes que já foram vistos. O público aclama, embasbacado com a vasta nuvem de possibilidades que o filme deixa em aberto. Sim, impossível não elogiar as camadas bem produzidas, a gravidade inexistente. Mas é original? Se não, o que atraiu tanta atenção, se não há novidades nem a narrativa em sua técnica? A idéia.A inserção da idéia.

A idéia é ponto chave de toda história, seja ela real ou ficção. É a base da criação e da mudança. Da invenção da roda ao avião ela é o ponto inicial de toda a ação que gera o novo. Mas a idéia de inserir uma idéia é tão paradoxa quanto sua própria trama. Dizem que a idéia vem da inspiração, você cria algo novo, mas será realmente novo? Lavoisier já disse: nada se perde, nada se cria, tudo se transforma. Ou tudo se copia. Eis a questão.

Mas se a real idéia não existir realmente, há de se concluir que pode-se de alguma forma induzir a criação? De acordo com Nolan, parece que sim. Meu intuito neste post é tentar entender a cabeça de Nolan, baseado em seus feitos no cinema e a sua própria filmografia. Afinal, essas também não são as camadas do próprio Nolan? Mas não é tarefa simples.

A começar por Amnésia, filme que o fez ser notado pela crítica. Por que fez tanto sucesso? Amnésia usa a desordem das cenas para causar peculiaridade, mas contar histórias partidas é uma prática recorrente muito utilizada por escritores em geral para criar suspense a suas obras. A genialidade de Nolan é conseguir dar fundamento a falta de ordem. Ao usar uma característica patológica da doença que dá nome ao filme, elecriou um motivo para a história ser contada daquela maneira. Amnésia e seus vários pedaços de memória formam a história no qual há um sentido ter sido feita daquele jeito. Nolan consegue dar sentido ao mais absurdo que algo possa parecer.

Em Batman Begins, Christopher recomeça uma história desacreditada. Mas para isso precisa dar credibilidade a motivação de seu personagem, dando-se ao trabalho de recontar a origem das habilidades, seus traumas e limitações, deforma que acreditemos nas suas convicções. Ele nos convence que aquilo pode ser possível. Detalhista, ele pontua cada parte de sua criação, psicológica, física, mental e até financeira, para que aquele herói possa existir ao mais próximo possível da nossa realidade. E acredito que com êxito, Batman se tornou referência do herói de quadrinhos no cinema. E a genialidade de Nolan se completa, quando ele cria um vilão a altura de seu herói em Batman, o cavaleiro das trevas. O completamente perturbado Coringa. Ele retira qualquer resquício de sanidade, extrapolando qualquer limite de bom senso contra os outros e contra si mesmo. Mostra seu menosprezo quando a própria dignidade ao se vestir de enfermeira, valores humanos, ao inserir uma bomba em um ser humano e a valores materiais, queimando literalmente dinheiro, muito dinheiro. E este personagem testa o mundo, e a nós de nossas próprias convicções.

Mas a grande chave da mente de Nolan está em Prestigie(em português “O grande truque”). Dois ilusionistas, um com um bom truque e outro com a visão do espetáculo. Mais do que isso, duas personalidades com qualidades diferentes que se completam e que saíram da mente da mesma pessoa, Christopher Nolan. Na corrida para se tornar o melhor ilusionista do país, Angier, para conseguir criar o efeito de seu número de mágica, abdica da sua visão dos aplausos da platéia ao final do espetáculo. Porém aquele preço é alto demais a ser pago. E a cena em que ele está embaixo do palco, onde ele apenas consegue ouvir a ovação da platéia, e faz seu agradecimento mesmo que cego ao seu público é uma das mais significativas. Desde então ele vai em busca de aprimorar o espetáculo até poder ver com seus próprios olhos o resultado de seu grande show, e mais realmente ser reconhecido e recompensado por sua atração. É possível se pensar que a mente de Nolan também funciona da mesma maneira, não?

Se formos juntar tudo isso, se essas são as camadas de Nolan, podemos concluir que Nolan, o grande ilusionista, resolve enfim colocar o seu próprio grande truque em prática? Em seu grande número, Inception, em primeiro lugar ele torna seu espetáculo algo mais próximo da realidade, usando sensações que qualquer pessoa já teve ao sonhar. A perda de noção do que é real nos nossos sonhos, a correlação dos sonhos com os nossos sentidos externos e até mesmo o nosso espanto ao acordar quando pensamos cair. Feito isso, ele também já conseguiu fazer com que acreditemos que aquela maneira de contar a história tenha sentido. E por fim, ele começa seu grande show. Como a audácia de um grande mágico, ele conta o grande segredo de seu truque para a sua grande platéia. “Eu vou inserir uma idéia”, diz Nolan. E ao longo de todo espetáculo ele te conta minusciosamente como ele vai fazer isso, “criarei um novo mundo, vendarei seus olhos, e quando contra até três, voila” . Mas não é um truque qualquer, ele sabe muito bem o que faz. E você pode pensar que já sabe tudo, mas ao final ficará se perguntando o que realmente aconteceu. Sim, a mágica aconteceu. Um truque velho, é verdade, porém bem elaborado e transformado em um grande espetáculo. Ele engana seus sentidos, te distrai contando a verdade, e simplesmente faz acontecer. Christopher Nolan consegue ver a platéia reconhecer seu grande feito, os atores por melhores que sejam, não são os admirados da vez. Christopher consegue sim sair de trás da coxia e receber os aplausos de seu público. E lhe é merecido. Christopher Nolan é mais uma vez a personalidade por trás de seus personagens, o ladrão de idéias, o insersor de idéias. E você ainda duvida que Christopher Nolan conseguiu transcender as telas do cinema e inserir a sua própria idéia na mente do mundo todo? Pois olhe de novo.

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Invictus

“De dentro da noite que me cobre, negra como a cova, de ponta a ponta, eu agradeço a quaisquer deuses que sejam, pela minha alma inconquistável. Nas garras das circunstâncias, não estremeci, nem gritei em voz alta. Sob os golpes do acaso, minha cabeça está sangrando, mas não está abaixada. Além deste lugar de ira e lágrimas só surge o Horror das sombras. E apesar da ameaça dos anos, encontra-me, e me encontrará sem medo. Não importa quão estreito o portal, quão carregada de punições a lista, Sou o mestre do meu destino, Sou o capitão da minha alma”

-Invictus, poesia de William E. Henley por Morgan Freeman como Nelson Mandela.

Eu sou particularmente fã de filmes baseados em fatos históricos, principalmente relacionado a grandes líderes mundiais. Desde A Rainha, O Último Rei da Escócia, Frost/Nixon. E como eles lidaram com tamanha responsabilidade e com grandes conflitos. Esse filme em especial, traz um grande lider com ideais nobres. Depois de passar 26 anos na prisão, ao sair ele se nega a fazer o mesmo com a parcela branca da população, o que fizeram com os negros. E ele usa o esporte como elo de ligação entre os dois lados. Mas não é um caminho fácil. Se fosse, haveriam muitos Mandelas e o mundo estaria salvo.

Outra coisa que chamou a minha atenção, foi ao fato de ser considerado um terrorista. Depois ser desacreditado pelos mais próximos, e isso é um grande clichê. Poucos são aqueles que mesmo contra todos, acreditam que certas coisas são possíveis e são corajosos para lutar por seus ideais. Mas essa inversão de valores é tão estranha.

Voltando ao cinema, grande atuação do Morgan Freeman, com certeza a minha torcida para melhor ator do Oscar 2010. Não só ele mas todos os atores usam esse sotaque africanizado, que talvez passe despercebido aos estrangeiros, mas é muito bem apresentado no filme. O roteiro consegue mostrar os pensamentos de Mandela com clareza, e há várias passagens memoráveis, uma das mais marcantes essa em que ele declama o poema que o inspirava(que estará aí embaixo). Que grande parceria essa com Clint Eastwood. Matt Damon complementou o filme, e eu que tenho apenas aquela visão de Ultimato Bourne, consegui desprender ele daquele papel. Não que eu já o tenha visto em outros filmes, mas pela primeira vez me chama a atenção. E a trilha sonora é lindíssima. Abaixo eu vou deixar uma das músicas que se chama 9000 dias, referente aos dias que ele passou na prisão.

E por fim, o filme fala sobre inspiração. Quando todos te julgam insano por querer que as coisas sejam diferentes. Não basta apenas achar que as coisas poderiam ser melhores, tem que fazê-las acontecer. E isso é o mais difícil. Mas sem ela pensamentos são inúteis.

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As multifaces de Lost (parte 1)

Antes que Lost comece, ou acabe, queria deixar as minhas apostas sobre Lost. São apostas mesmo, não teorias. Por que são baseadas em achismos, chutes, informações não 100% confirmadas, afinal pra você fazer isso é melhor fazer um estudo, quem sabe até uma universidade.

  • Eu acho que enquanto o Esaú estava tentando fazer seu looping dar certo, Jacob já estava fazendo seu novo Looping, que é o que acontece quando o bomba explode.
  • Continuando a teoria de que Jacob é o Aaron, Esaú destrói a estátua, não permitindo que mais crianças nasçam na ilha, traz todos de volta e mata Jacob, assim ele não tem como fazer um novo Looping. E ele tem que matar os 2 jacobs, o primeiro ele matou no fim da quinta temporada, e o Aaron é o que ele vai matar na sexta temporada.
  • A linha do tempo mudou (i.s.e.n.t.v.o.s.).
  • Não existe salvação para os humanos, a linha voltará ao normal e no final das contas a humanindade estará fadada ao fim. Mas pelo menos eles serão felizes. Porque se eles salvarem o mundo vai ser muito ruim o final.
  • O maior Looping temporal volta até o Black Rocky.
  • A primeira aparição de uma visão da fumaça é a da garota que viu o irmão do Mr. Eko, mas ele foi descartado quando deixou de se sentir culpado pela morte do irmão.
  • A igreja tem parte com a ilha.

Isso foi escrito pela última vez em final de dezembro. Como começa amanhã e minha cabeça não está funcionando direito, fica como primeira parte. Tentarei escrever mais semana que vem.

I.s.e.n.t.v.o.s.= Isso se eu não tivesse visto o spoiler.

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Tarantino Samurai no comercial da SoftBank.

O primeiro post do ano é praticamente um presente. Acabei de legendar em português  o comercial que o Tarantino fez para a Softbank.  Eu fiquei louca quando ví essa propaganda na TV, imaginando o quando o Tarantino é louco pela cultura japonesa, transparece no rosto dele a satisfação de estar participando daquilo. E que está se divertindo.  Ficou sensacional.

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Cinema 2009. Bem vindo 2010.

Este ano eu quero assistir mais filmes que o ano passado. – Grazi sobre 2010

Estava assistindo este vídeo no Youtube e fico maluca de ver como o cinema é fascinante.  E mesmo com tudo que assisti, tem muito filme que eu quero ver destes que aparecem aí. De Tarantino a James Cameron. Harry Potter, Robert Downey Jr., Avatar, Jack Black e tantos outros. Cenas fascinantes, emocionantes, empolgantes. Quero assistir mais. Muito mais! Este realmente é um mundo mágico. Muita vida para o cinema do ano que vem! E pra nós também.

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